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30 de abril de 2016

A inflexibilidade com o micro e pequeno empreendedor


 As relações econômicas são absolutamente desfavoráveis a todos que estão decidindo empreender em meio à grave crise econômica que o Brasil enfrenta atualmente. Em um momento onde a palavra chave deveria ser a flexibilidade, vejo um governo que após anos de uma péssima gestão, age como um vil ditador, sem a mínima sensibilidade com os menos favorecidos e os que tentam abrir uma empresa. Os juros bancários e as alíquotas são surreais e com isso, o micro e pequeno empreendedor que eram a rigor, para serem investidores e geradores de oportunidades de trabalhos, se vêem refém do medo de abrir uma empresa e de não ter como sustentar-se, haja vista, a concorrência desleal e as absurdas e inaceitáveis taxas de juros supramencionadas. Com poucos meses, muitos pequenos e micro empresários se veem obrigados a afixar nas portas de suas lojas as placas: Aluga-se ou Passo ponto comercial.

  Trata-se de algo deplorável, mas na minha concepção, a política brasileira é fajuta e beneficia a poucos em detrimento de uma maioria. A que ponto chegamos! Escrevo para um vasto publico de intelectuais e de todos os mais variados seguimentos sociais há anos e a cada vez que deparo-me com temas dessa magnitude sinto vergonha de que isto esteja acontecendo no brasil, um país de problemas recorrentes e que caminha na contramão do crescimento, mergulhado na mais plena estagnação. País de terra boa e povo hospitaleiro. Embora tenhamos tido grandes expoentes da educação como: Paulo Freire, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro dentre outros que lutaram para implementar um modelo de educação sólido, lamentavelmente nunca foi de fato, na pratica aplicada e fomentada a promoção da cultura da educação e da leitura. Todos os processos relacionados às relações econômicas precisam ser revistos. Enfim, todo o contexto, seja ele político, jurídico, econômico e social precisa ser passado a limpo, porque da forma que está fica impraticável. É controverso demais falar sobre o campo jurídico, pois o que era para ser feito de maneira pratica fica apenas no papel. É muito difícil também viver em um país com tantas controvérsias. Vejo as leis e sinto profunda decepção, Observo os altos índices de desemprego e fico triste, acompanho o panorama político e tenho asco e vejo um povo sofrido subjugado ao mais absoluto cárcere, o cárcere da falta de consciência. A consciência sobre os fatos e a falta a partir disto de um norte e, enfim, um sentido para a vida. Realmente fica complicado. Políticos, sem generalizar, roubam descaradamente, quebram o país, tornam as possibilidades de linhas de crédito impraticáveis e ainda vão para a mídia com a cara de pau, dizer que está tudo sobre controle.  Isto é frustrante. 

 Tenho acompanhado par e passo, seja por pesquisas, leitura, alguns telejornais que se distanciam de certo modo, da mídia engessada que, vende uma realidade falaciosa, todo o processo de decadência no qual o Brasil está inserido e percebo que a geração vindoura, passará por apuros que poderiam ter sido evitados. Quando falo de apuros, adentro a todos os aspectos. Pode parecer que tratar do tema em pauta de maneira aberta seja algo que saia do contexto ao qual me propus, mas tudo de que trato aqui tem haver com a presente realidade. Se não temos um tripé econômico, social e político bem equalizado com isso, empreender e criar novas frentes de trabalho fica impossível. Exceto, os guerreiros, pessoas obstinadas que perseguem a todo custo, sem pestanejarem os seus objetivos a despeito de qualquer crise. Vão na contramão. São realmente exceções. Ainda bem que ainda existem pessoas com mentes arrojadas, que não desistem de vencer, pois possuem um foco bem definido e, sobretudo, independente de credo religioso, Deus como norte de suas vidas. Desejo que todos tenham dentro de si a chama da fé e que por mais difíceis e intransponíveis que possam parecer os obstáculos nunca desanimem.  Reflitam e tenham um excelente dia!!!


João Luciano Silva da Costa.