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25 de janeiro de 2016

Saúde pública brasileira: Um caos generalizado

  Não são poucas as veiculações feitas pela mídia sobre a saúde pública brasileira. Trata-se de uma realidade que todos sabemos. Mas que de maneira deplorável, e pior negligente, o poder público trata às várias questões sociais. Não adianta o governo jogar na conta da grave crise econômica que assola o país a justificativa para tais questões que se arrastam há anos. Saúde é um direito básico e fundamental que deve ser prestado a todos indistintamente. Tratam-se de direitos sociais básicos, assentados na “Constituição Federal Brasileira”, em seu artigo 6°. Portanto, trata-se de algo que já deveria ter tido solução há muito tempo. Contudo, observo que, obras faraônicas, tais como as que o governo do Rio de Janeiro está fazendo para a realização de olimpíadas, são postas a frente do que há de mais sagrado que é a vida humana. Isto é inaceitável.  Não tenho nada contra as olimpíadas, desde que, os hospitais estejam em perfeitas condições e prestem um atendimento de qualidade ao povo, que não tenhamos o quadro absurdo de pessoas morrendo nos hospitais públicos e que os médicos sejam valorizados com salários dignos.

 O sucateamento dos hospitais públicos, os baixos salários dos médicos, bem como a falta de condições de trabalho para a referida classe é do conhecimento de todos. A grande verdade é que não adianta termos somente a visibilidade de questões tão revoltantes quanto essas, mas sim, de termos a consciência da importância da educação, e falo neste caso, sobre duas perspectivas muito importantes, a da educação dada em casa pelos pais, que a meu ver é elementar e sobre a educação intelectual dada nas escolas. Isso porque enquanto vivermos sob o espectro da fantasia de que algo poderá acontecer, jamais contemplaremos a justiça social. Comenta-se muito sobre o porquê de o Brasil ter tanta desigualdade, porém não existe sequer movimentos, que procurem de alguma maneira incutir, o que, aliás, não é conveniente para o governante, de que somente através do raciocino as pessoas desprovidas de conhecimento, se libertarão das prisões mentais nas quais se encontram inseridas. Uma sociedade justa só se constrói por meio de educação e, sobretudo que saiba votar. Boa parte do povo está acostumado a votar, mas é de suma importância a fiscalização do político que foi eleito. Não adianta votar por convicção filosófica, haja vista que, todos que tentam angariar votos, o fazem a partir da defesa de pensamentos cativantes a fim de iludem o povo. A sociedade consciente pesquisa o passado do candidato, questiona e consequentemente vota melhor

 Com base no exposto, fica clara a imperiosa necessidade de políticas públicas e, sobretudo da importância da mobilização de todos em prol de um mundo mais justo e igualitário para todos. Reflitam e tenham um ótimo dia.


João Luciano Silva da Costa.