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15 de dezembro de 2015

O materialismo e a importância do desprendimento

  
  A cada dia que passa, percebo com imensa tristeza, o aumento do apego material e a ausência da prática de solidariedade que, por sua vez, está ligada ao ato de desprendimento. Isto posto, analisar as relações humanas nunca foi tarefa fácil, mas atualmente tem sido uma atividade ainda mais complexa. A sua complexidade não se dá no campo da pesquisa histórica, mas no contato com as pessoas. O contato nos leva a notar que com o tempo muitos estão cada vez mais voltados e apegados a bens materiais, sem, no entanto, deixar de destacar o individualismo e egoísmo, ambos cada vez mais fortes. Na imagem em tela, um indivíduo carrega uma mochila e tem a sua frente todo um caminho a percorrer e escolhas a fazer. Escolha praticar o bem ao próximo, pois você verá que ao ajudar o próximo estará ajudando a si mesmo. Traçando um paralelo, muitos carregam o peso de suas vaidades, egoísmos, magoas, intolerância, desamor e o apego material. Cuidado para que, com o passar do tempo, no percurso da vida, você não perceba que caminhou rumo ao nada. Faça  ter sentido a sua existência. Ame e ajude o seu próximo! Vale esclarecer que não tenho nenhum tipo de oposição a riqueza. Na minha concepção, está na evolução humana e na riqueza bem distribuída o fim da pobreza e da miséria. 

  Penso que, para haver uma salutar relação humana é fundamental que esta se sobreponha as relações de consumo, ou seja, para que vivamos em harmonia o dinheiro jamais pode vir em primeiro lugar, senão continuaremos a ver o que tem ocorrido, um absoluto abismo entre as pessoas, por conta de uma razão bem simples: o ter tem tido, infelizmente, mais importância do que o ser dentro do contexto das relações humanas. As pessoas, sem generalizar estão, volto a dizer, cada vez mais individualistas e desumanizadas.  Falta um olhar para o outro se colocando no lugar do mesmo. O simples fato de imaginar que quando se divide algo com alguém, coisas tão simples, tais como: Dedicar-se a ouvir o outro, doar uma peça de roupa que não se usa mais, um calçado ou alimentos. Coisas estas que  fazem com que a vida tenha mais leveza e razão de ser tanto para quem dá quanto para quem recebe, haja vista, que tudo passa e nada levamos do campo físico quando completamos a nossa missão. Interessante, pois ao falar em missão é indiscutível ter como meta que todos nutram dentro de si a missão de partir e repartir o pão em um lindo gesto de solidariedade.

  Não importa a quantidade do que se oferece, mas sim a qualidade, pois acredito que muitas pessoas estão muito mais sedentas de um alguém que as ouça do que qualquer outra coisa! A grande realidade é que o ser humano, muitas vezes, e está também é outra vertente que trago a baila, tenta suprir um vazio interior gerado pela solidão com a compra desenfreada. Sem falar nos que se alimentam compulsivamente.  Mesmo em meio a tanto orgulho, vaidades e injustiças espero, e sobretudo, tenho fé em Deus, independente de religião, que a tônica da palavra amor toque o coração de todos e ecoe por toda a humanidade. Reflitam e tenham um excelente dia!!!


João Luciano Silva da Costa.