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12 de abril de 2015

Abra o seu coração, doe sangue e ajude a salvar vidas.


 Trata-se de um gesto de amor e altamente relevante para se salvar vidas, mas o que deveria ser habitual, infelizmente é uma pratica de poucos. Neste processo de encontros e desencontros entre o ser humano e a solidariedade, pergunto-me, como pode um ser negar ao seu próximo algo tão precioso? Na minha concepção, doar sangue transcende, assim como o amor, as barreiras do individualismo tacanho que remete-nos ao mais absoluto retrocesso humanitário e social. A vida, a meu ver, só tem sentido quando o carinho e amor saem do campo das teorias, dos lindos versos, prosas e tornam-se atitudes. O bem não pode nascer exclusivamente no berço da desgraça, através dos acasos que surgem das circunstâncias cotidianas, mas sim precisa estar presente em todos os momentos da vida. Se a bondade precisar surgir de uma circunstância nefasta, sinceramente, é preciso que seja revisto literalmente, em que modelo de amor está assentada a nossa humanidade. O amor ao próximo é o que sustenta e dá solidez as relações humanas.

 Proponho aqui, uma profunda reflexão sobre a vida e as atitudes em relação á mesma, pois entender que a vida é feita de altos e baixos é elementar. Ao longo de nossa jornada, muitas vezes vivenciamos situações cujas quais, jamais imaginaríamos e, no entanto, é o fato mais comum. É lamentável que nem todos pensem assim. A cada dia, percebo que a distância entre a solidariedade e as pessoas ganha cada vez mais espaço, o que é muito triste. O panorama que se tem é cruel e se traduz em uma quantidade insipiente de pessoas que doam sangue ou que estejam engajadas em algum projeto social. Em razão disso, milhares de pessoas morrem todos os dias. Abordo e sempre ressaltarei aqui, a importância de que todos se coloquem no lugar do outro, porque acredito ser um dos meios cujos quais, nos conduzem rumo a evolução. É lamentável, mas para se falar em tudo que envolve o amor é preciso destrinchar uma série de contradições existentes entre o que muitos falam e de fato fazem para que não se pregue o amor, a solidariedade e fraternidade no solo insustentável e obscuro da hipocrisia. Todos devem pensar o bem e fazerem-no todos os dias. Somente assim, é que de fato às coisas começarão a funcionarem e vislumbraremos um mundo melhor. Não se trata de algo utópico, mas absolutamente possível, desde que todos ajam em parceria. 

 Quem exerce a solidariedade verdadeira, despretensiosa e sem querer nada em troca, favorece a si mesmo, pois é um instrumento de salvação e pode ser salvo pelo mesmo. Peço a todos no Brasil e no mundo, que doem sangue. O meu lema é: “Abra o seu coração, doe sangue e ajude a salvar vidas”, pois isto faz toda a diferença. Tenham um ótimo dia!!! 


João Luciano Silva da Costa.