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11 de maio de 2014

A Importância das Mães no Contexto Social


 Minha mãe-avó: Brasilina Maria de Jesus Costa, como podem ver em foto, que segue em tela, sempre representou para mim, através de suas atitudes um exemplo incontestável da essência absoluta da palavra mãe, pois sozinha criou-me e fez de mim um cidadão pleno. Isto posto. Sempre defendo diversos assuntos ligados as relações sociais e humanas em meu blog e não poderia deixar de ressaltar, no dia de hoje, onde comemora-se o dia das mães, a importância das mesmas no tocante a toda a dinâmica social. As mães possuem uma disposição incansável para amar, compreender, perdoar, aconselhar e o coração sempre aberto para amparar a sua prole, o que as destacam ainda mais. 

   As mães durante a fase da gravidez e depois ao longo de todo o processo de criação de uma criança sobressaem-se pelo árduo trabalho que exercem, o que a rigor remete-nos ao sentido da palavra gratidão, e imagino que todos a tenham ou que pelo menos, deveriam terem, pois reside na figura da mãe, a incomensurável tarefa de ser um instrumento para gerar, criar e educar uma criança. Por outro lado é importante frisar que, nos tempos atuais o papel elementar de uma mãe-avó, que mesmo diante de toda a luta que teve para consolidar todos os alicerces de sua família,  se vê responsável também por cuidarem dos netos, seja por uma questão financeira, apoio para que a mãe biológica trabalhe  e etc. Este fato infelizmente demonstra que não são todas  as mulheres que possuem o dom divino de serem mães. Atualmente, são noticiados na mídia, casos de mães que são capazes de colocarem seus filhos na lixeira. Isto é revoltante, além de ser o cúmulo do absurdo. É possível a partir desta vertente, traçar um paralelo entre as mães que abandonam e os casais que lutam para terem um filho, através de diversos tratamentos, o que é lamentável, pois se de um lado temos a crueldade das que têm uma excelente fertilidade, do outro temos a triste realidade das que sequer conseguem terem esperanças. Existem também as situações específicas, cujas as quais, muitas deixam seus filhos, por não possuírem condições econômicas adequadas, mas que deixam a criança com alguém que possa criar e educar, ao passo que, mesmo assim, o acompanham durante toda a  vida, dando-lhes todo o apoio moral. Outro ponto a ser considerado é o fato de muitos filhos ou filhas mau tratarem suas mães, verbal ou fisicamente, e ainda há os que os colocam em asilos, sem sequer considerarem o fato de que tornaram-se o que são, graças à educação esmerada, ternura e afeto recebidos pelas mesmas, o que a meu ver, revela uma tamanha ingratidão. Existirão talvez, os filhos que dirão  que  chegaram aonde estão por conta de seu empenho, o que não deixa de ser um fato, desde que nunca se deixe de mencionar e reconhecer que se não fossem os bons exemplos e a base que receberam, não teriam tido o menor êxito, salvo exceções. Digo exceções, pois há pessoas que sequer tiveram a criação dos pais e tornaram-se exímios profissionais e pessoas excepcionais. Na minha concepção gratidão é um traço de caráter. Simplesmente você tem ou não.

  Oferecer às mães todo o amor e carinho  são deveres provenientes de consciência, e  portanto cabe a cada um fazer a sua auto avaliação. Procurei cumprir com o meu papel em relação a minha mãe-avó: Brasilina Maria de Jesus Costa, que como minha tutora e educadora foi uma mulher de uma conduta impecável, caráter que dispensa comentário e de uma finura admirável. Cuidei dela durante quase 10 anos da minha vida, quando a mesma ficou adoentada, assim como, desde sempre a dediquei um valor que deixa-me hoje, isento de qualquer culpa e repleto de paz e felicidade por ter conseguido retribuir com o minímo a tudo que a mesma fez por mim. Neste presente mês, dia, 29/05/2014 completam 9 anos que ela faleceu, mas deixou um legado de exemplos inumeráveis. Ela está e estará sempre eternizada em meu coração. Quem desejar saber mais sobre a minha história de vida com a minha saudosa mãe-avó, pode ver o artigo que publiquei em, 12/05/2013. Quero neste momento, conclamar a que todos os filhos e netos do Brasil e do mundo reflitam sobre tudo que foi discorrido até aqui, e vejam se estão sendo bons a altura do que suas mães e avós merecem, pois independente de sua mãe ser adotiva ou você ter sido criado por sua avó, tenha em mente que mãe de fato e de verdade é quem cria e não quem põe no mundo, sem é claro, deixar de considerar a figura da mãe biológica. Valorizem suas mães, pois como bem diz: Anne Frank, menina Alemã de origem judaica, vítima do holocausto e que faleceu aos 15 anos: "os mortos recebem mais flores que os vivos, porque o remorso é mais forte que a gratidão", ou seja, ofereça a sua mãe todo o carinho, dedicação e reconhecimento em vida, pois após a morte não há nada que possa ser feito. Vivemos infelizmente dentro de um contexto de hipocrisia muito forte. Cria-se uma expectativa para uma data, que deveria ser comemorada todos os dias e não somente em um dia convencionado por um seguimento dominante, que visa a favorecer e fomentar o comércio. Deixo aqui, os meus mais sinceros votos de muita saúde, paz e  felicidade para  todas as mães do Brasil e do mundo. Tenham um ótimo dia!
                                                       


João Costa.